Olá, que bom ter você aqui. Se chegou até este espaço, é porque algo em minha escrita chamou sua atenção e fico feliz por isso.
Escrever, para mim, é um exercício de escuta — das obras, do mundo e de mim mesma.
Entre livros, filmes e fragmentos da cultura pop, encontrei um território em que o sensível e o racional se encontram. É nesse entremeio que nasce minha escrita: crítica, mas permeada de afeto; analítica, mas sempre humana.
Acredito que toda obra carrega uma inquietação. Um gesto de quem tenta compreender o tempo em que vive e é esse diálogo que busco resgatar em cada texto. Mais do que resenhar, procuro decifrar as camadas simbólicas que tornam uma narrativa relevante, questionadora, necessária.
No meu trabalho, a crítica não é sobre julgar, mas sobre sentir com lucidez.
Cada resenha é um convite à imersão: observar os detalhes, as metáforas, o silêncio entre as falas.
Escrevo como quem percorre uma galeria — com tempo, atenção e curiosidade.
Meu portfólio reúne textos que transitam entre o olhar analítico e o sensorial, entre a estética e o ético. São reflexões sobre obras que provocam, inquietam e espelham as contradições do nosso tempo, sempre com a intenção de humanizar a experiência da arte e revelar sua potência transformadora.
Se a leitura, o cinema e a cultura pop também são, para você, formas de compreender o mundo, convido à travessia.
A cada texto, uma nova fresta se abre e é por ela que a arte respira.
Abaixo, alguns dos meus escritos.
O texto aborda a secularização e a necessidade de estabelecer limites para a atuação da igreja, além de humanizar o tratamento dado à suposta possessão. O enredo desafia estereótipos, aborda a racionalização da religião e a barreira entre fé e psiquiatria, tornando "O Exorcista" uma obra atemporal.
O texto discute a representação da infância na sociedade do século XIX, enfocando a obra "Jane Eyre" de Charlotte Brontë. A história ressalta a importância de dar às crianças os cuidados e o respeito que merecem, bem como a necessidade de mudanças na forma como a sociedade as via na época.
O texto é focado em Mary Shelley, autora da obra "Frankenstein", que aborda questões de abandono, empatia e críticas sociais, e, o que poucos percebem, o aspecto vegetariano presente na história, o qual é um reflexo das ideias éticas da época.
Taylor Swift é conhecida por fazer referências a livros em suas músicas. Uma leitora ávida que compartilha seus livros favoritos com o público. Alguns dos clássicos literários mencionados em suas músicas incluem "Romeu e Julieta" de William Shakespeare, "Alice no País das Maravilhas" de Lewis Carroll e "O Grande Gatsby" de F. Scott Fitzgerald. O texto aborda como, em suas letras, Taylor Swift usa essas referências para expressar diferentes perspectivas e emoções. Ela se inspira nas histórias e personagens dos livros para criar suas composições, dando um toque pessoal e único a cada uma delas.
Resenha sobre "Gótico Nordestino", um livro de contos de Christiano Aguiar que combina o gótico com o interior nordestino. Os contos são originais e exploram elementos históricos e míticos, criando uma atmosfera assombrosa.
Resenha da série "The Haunting", do cineasta Mike Flanagan, com foco na segunda temporada, "A Maldição da Mansão Bly". Nessa temporada, pude encontrar elementos que estabeleci comparações com o meu livro favorito, "O Morro dos Ventos Uivantes", de Emily Brontë.
No livro "Como Eu Era Antes de Você", a eutanásia é abordada através do personagem Will Traynor, que se torna paraplégico após um acidente. O texto aborda de forma sutil como posicionamento jurídico em relação à eutanásia varia e a discussão sobre o assunto é complexa.